Categoria: Cultura

  • Grupo de teatro chileno se apresenta em Japeri dia 16

    GRUPO CÓDIGO RECEBE ESPETÁCULO INTERNACIONAL

    Mocha Dick do Grupo Teatro Bufalo do Chile chega ao Espaço Cultural Código.

    A peça, baseada na lenda indígena mapuche e na novela gráfica dos autores chilenos Ortega e Martinez, narra a história do jovem Caleb Hienam, nativo de Nantucket (Massachussetts), cuja vida se cruza com a do jovem mapuche Aliro Leftraru, que sonha em ser arponeiro a bordo do navio baleeiro “Dauphin”.

    Seus destinos têm uma profunda mudança quando precisam resgatar os sobreviventes do naufragado Essex.

    O espetáculo será apresentado na sexta-feira, 16/03, às 20h e o público pode colaborar com quanto puder ao final da apresentação.

    A peça tem a classificação indicativa de 12 anos e será apresentada em idioma espanhol.

  • Coluna de Alberto Aquino destaca evento do Grupo Código

    A coluna Extra Vip de Alberto Aquino publicou nesta quinta, dia 22, o evento que acontecerá no Espaço Cultural Código de Japeri neste sábado.

    A trupe prestará algumas homenagens a pessoas que fizeram parte da história do Grupo.

    Como já foi publicado pelo JOL, o professor Marcos Félix receberá uma linda homenagem ao dar seu nome à biblioteca do Espaço Cultural.

    E a segunda homenagem, será feita a Felipe Adler, ator, bailarino e coreógrafo do Grupo que faleceu em 2014. Adler foi um dos fundadores do Grupo Código.

    Além das homenagens a noite será dedicada à Arte. Será exibido o documentário “Dedo na ferida” e uma apresentação especial da banda japeriense 5.3 A Última Estação.

  • Transpetro traz amanhã para Japeri atividades circenses

    O Instituto Cultural Escola Livre de Palhaços – ESLIPA apresentará no próximo dia 21 em Japeri o projeto “De Olho no Duto”, iniciativa que tem como foco principal oferecer aos moradores um dia inteiro de atividades culturais incluindo oficinas circenses, cortejos, espetáculos e rodas de conversas. As atividades vão acontecer na Escola Municipal Frei Mauricio Viann, a partir das 14h.

    Na Comunidade Chacrinha : programação cultural e cidadania para todas as idades

    Às 14h um cortejo abre a programação com a presença de palhaços, malabaristas e pernas-de-pau, tocando seus instrumentos, cantando músicas e convidando o público para participar da programação. Em seguida haverá a apresentação do espetáculo “Lá vem o circo” que mostra uma trupe de palhaços chegando numa comunidade e buscando um lugar para montar seu Circo Pinico sem Tampa. “Lá vem o circo” mostra a peculiar relação entre os palhaços, permeada por situações de amizade, conflitos e conquistas.

    Em seguida, será a hora da oficina circense, com aula de circo para crianças, jovens, adultos e idosos, que poderão vivenciar algumas modalidades circenses – malabares, perna de pau e palhaço. A programação se encerra com a roda de conversa, um bate-papo entre os artistas e moradores, após o término da apresentação, para identificar as manifestações artísticas existentes nas comunidades e fortalecer as iniciativas culturais dos moradores.

    Lilian Moraes e Richard Riguetti, artistas e responsáveis pelo Instituto ESLIPA, destacam que o projeto visa a promoção dos direitos humanos e da cidadania, a inclusão social, o respeito a diversidade humana e cultural das comunidades. “Todas as atividades do projeto serão realizadas em espaços públicos abertos, com o compromisso de promover o diálogo permanente entre os artistas e a comunidade, para identificar, potencializar e valorizar as iniciativas artísticas e culturais de cada região” explicam os artistas.

    Para a Transpetro “O projeto tem premissas básicas de transformação social, calcadas na formação cidadã, no engajamento das comunidades, na atuação forte da divulgação dos canais de comunicação e ações e informações preventivas, além do desenvolvimento do senso de pertencimento local”.

    O projeto “De Olho no Duto” contemplará 39 comunidades do Rio de Janeiro, vizinhas às instalações dos dutos da TRANSPETRO, entre elas: Itaguaí, Angra dos Reis, Mangaratiba, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Macaé, Quissamã, Magé, Paracambi, Miguel Pereira, Guapimirim, Rio das Ostras, Carapebus, Campos e Casimiro de Abreu. As apresentações acontecerão durante um período de dois anos, envolvendo mais de 600 atividades artísticas, como oficinas, cortejos, espetáculos e rodas de conversas. Ao todo, estima-se que 150 mil pessoas de todas as idades serão favorecidas.

    Serviço

    Dia 21/02

    Local: Escola Municipal Frei Mauricio Viann

    Horários:

    14h- cortejo

    15h- Oficina de circo

    16h- Espetáculo: “Lá vem os palhaços”

    17h- roda de conversa.

  • Entrevista com Estevam Nabote e Uel Fraga do Japeri Comedy Show

    Esse fim de semana começou com boas risadas em mais uma edição do Japeri Comedy Show, que acontece mensalmente no Espaço Cultural Código.

    Neste sábado (17), o show trouxe Estevan Nabote, ganhador do Prêmio Multishow de Humor no ano de 2017. Nobote arrancou gargalhadas dos presentes com piadas sobre suas andanças pelo Brasil.

    O evento destacou também a artistas locais como: Luan Costa, Rhudson Victor e André Lamela, que vem estampando o nome de suas cidades e dando notoriedade à cultura e à comédia, principalmente em Japeri, juntamente com Uel Fragha, um dos criadores do projeto.

    O evento foi um sucesso e já tem data marcada para próxima edição!

    Confira a entrevista com os comediantes Estevam Nabote e Uel Fraga.

  • Cinema, debate e música no Espaço Cultural Código

    O Espaço Cultural Código exibirá no dia 24 o documentário “Dedo na Ferida” do cineasta Sílvio Tendler, premiado pelo júri popular no Festival do Rio do ano passado como melhor documentário em longa-metragem.

    Esta é a primeira exibição do filme na cidade de Japeri que trata do fim do estado de bem-estar social e da interrupção dos sonhos de uma vida melhor para todos em um cenário onde a lógica do capital financeiro inviabiliza qualquer alternativa de justiça social.

    Trilha sonora do Grupo Código

    A trilha sonora do filme é composta por músicas do Grupo Código e também conta com a participação de Anderson Marinho Ribeiro, morador da cidade, como personagem principal. Após a exibição, haverá debate sobre os temas abordados.

    Banda 5.3 – A última estação. encerra a noite

    Para encerrar o evento, a banda 5.3 – a última estação, composta por músicos da cidade, traz a mistura do melhor da MPB com covers internacionais e músicas autorais.

    A inauguração tem entrada franca e venda de alimentos e bebidas no local para reverter fundos para a instituição. Esta ação foi possível graças à campanha Team Rio promovida pela BrazilFoundation no ano de 2016.

  • Professor morto em 2014 é homenageado em Japeri

    O Espaço Cultural Código vai homenagear um de seus grandes apoiadores no dia 24 com a inauguração da biblioteca Marcos Felix.

    Marcos Antônio Félix Pereira, tinha 43 anos, era professor da rede municipal de Japeri e líder comunitário quando foi brutalmente assassinado há dois anos e deixou muitas saudades.

    Querido por todos, Marcos sempre estava presente nos projetos do Grupo Código e em diversos eventos da cidade.

    A biblioteca Marcos Felix tem tudo a ver com sua trajetória como professor de Língua Portuguesa e amante das artes.

    Além da inauguração da biblioteca, haverá também a exibição do curta-metragem, “Dedo na Ferida” de Sílvio Tendler, que teve a participação do Grupo Código.

    Serviço
    Data: 24/02 (Sábado)
    A partir das 17 horas
    Entrada Franca
    Exibição do filme: “Dedo na Ferida” de Sílvio Tendler
    Show com a banda 5.3 – A última estação

  • Beija-Flor é campeão do Carnaval 2018

    A mais querida escola de samba da Baixada, a Beija-Flor de Nilópolis, ganhou o Carnaval 2018 numa apuração acirrada realizada nesta quarta, dia 14.

    Este foi o 13° título da agremiação que apesar de estar com sua quadra, a festa vai ser na rua mesmo.

    A surpresa deste ano foi da Paraiso de Tuitui de São Cristóvão que ficou em segundo lugar.

    O enredo da Beija-Flor trouxe como tema as mazelas da sociedade que pode ser comprovada num dos trexos do samba composto por Di Menor BF, Kiraizinho, Diego Oliveira, Bakaninha Beija Flor, JJ Santos, Julio Assis e Diogo Rosa e interpretado por Neguinho da Beija-Flor.

    GANÂNCIA VESTE TERNO E GRAVATA

    ONDE A ESPERANÇA SUCUMBIU

    VEJO A LIBERDADE APRISIONADA
    TEU LIVRO EU NÃO SEI LER, BRASIL!

    MAS O SAMBA FAZ ESSA DOR DENTRO DO PEITO IR EMBORA

    FEITO UM ARRASTÃO DE ALEGRIA E EMOÇÃO O PRANTO ROLA

    MEU CANTO É RESISTÊNCIA
    NO ECOAR DE UM TAMBOR

    VÊM VER BRILHAR MAIS UM MENINO QUE VOCÊ ABANDONOU

  • Vencedor do Prêmio MultiShow de Humor se apresenta em Japeri

    No dia 17 de fevereiro, acontecerá mais uma edição do Japeri Comedy show no Espaço Código em Nova Belém. Esta edição promete ser imperdível, pois o humorista campeão da última temporada do Prêmio Multishow de Humor, Estevam Nabote, será uma das atrações.

    No mesmo palco se apresentarão Uel Fraga, Luan Costa, Rhudson Victor e André Lamela que fazem parte do grupo que tem inserido Japeri no mapa do Stand Up Comedy nacional.

    No palco do Espaço Código de Japeri já passaram artistas renomados como

    http://multishow.globo.com/programas/premio-multishow-de-humor/videos/5996762.htm

    Os ingressos antecipados estão disponíveis a 10 reais na academia Saúde Do Corpo, na academia Boa forma, nas lojas Malu Valente da Rejane e na loja R&F multimarcas.

  • XVI Prêmio Baixada celebra troca de saberes

    No último domingo (4), artistas, instituições, produtores e fazedores culturais da Baixada Fluminense participaram do cerimonial do XVI Prêmio Baixada. A festa, que começou na sexta (2), ocupou a sede do Grêmio Recreativo Musical Guapiense, em Guapimirim, na Baixada Fluminense, com exposições e apresentações de artistas locais e finalistas ao prêmio. O evento foi realizado pelo Fórum Cultural da Baixada Fluminense em parceria com a prefeitura da cidade.

    O jornalista Alberto Aquino conduziu a cerimônia, acompanhado da presidente do Fórum, Claudina Oliveira. Foram 12 contemplados entre os 35 finalistas que disputaram 11 categorias. O prefeito de Guapimirim, Zelito Triguelê; o secretário de Cultura da cidade, Luís Cláudio; o subsecretário estadual de Cultura, Leo Feijó; foram algumas das autoridades que anunciaram os vencedores.

    O clima de “encontro entre amigos” evidenciou características que também estavam presentes no trabalho dos candidatos, como a cooperação entre pessoas que produzem atividades culturais na região, e a vontade de desenvolver projetos que multipliquem saberes e ampliem as possibilidades do crescimento do morador baixadense e da cultura da Baixada.

    Segundo o professor Gênesis Torres, presidente honorário do Fórum, os participantes têm se dedicado a compartilhar seus conhecimentos, como gaivotas voadoras (em alusão a história de Richard Bach). “Essa é a missão: sair, evoluir e não ficar com os saberes para si. Aprender e retribuir. Percebemos que essa lição está presente no trabalho de todos aqui”, ressaltou.

    A preservação também foi um dos pontos mais destacados. Alessandro Ribeiro de Brito, representante da Escola Musical Santa Cecília, ganhadora do prêmio na categoria Patrimônio Cultural, reforçou a a necessidade de manter linguagens que representam o território da Baixada Fluminense, como a banda de música.

    Na categoria Responsabilidade Social e Sustentabilidade, Idalina Souza, de Duque de Caxias, conquistou o prêmio por seu trabalho em prol da defesa e valorização das tradições afro-brasileiras. Em um discurso emocionado, falou sobre a invisibilidade social e a desvalorização que sentia na época em que era catadora de materiais recicláveis. O prêmio foi entregue pelo representante da Secretaria de Cultura de Nova Iguaçu, Geraldo Bastos.

    Ao destacar a importância do trabalho da caxiense, Bastou lembrou que, em 2017, mais de 20 terreiros de Candomblé foram roubados e incendiados em Nova Iguaçu. “São essas pessoas que promovem solidariedade na periferia que tem promovido uma cultura de paz nesses lugares. São essas pessoas também que têm sido atacadas por causa da intolerância religiosa e, que, apesar de toda a violência, têm resistido”.

    Três prêmios especiais também foram concedidos: à Memory Audiovisual, na categoria Economia Criativa; à Orquestra Sinfônica da Baixada, na categoria Música; e à Flutuarte, na categoria Artes Cênicas. Esta última, inclusive, recebeu uma boa notícia: ao longo da cerimônia, o prefeito Zelito anunciou que a prefeitura retomaria a parceria com a companhia no segundo semestre de 2018.

    Ao final da premiação, o professor Gênesis fez uma homenagem ao professor Paulo Mainhard, falecido em 2016. Além de ser um dos fundadores do Fórum, Mainhard era coordenador do PINBA (Programa Integrado de Pesquisas e Cooperação Técnica na Baixada Fluminense), da UERJ, que contribuiu para a criação do Fórum. “Mainhard, não era baixadense, mas se dedicou as causas da cultura e a cultura da Baixada Fluminense”.

    As instituições que fizeram eventos alusivos ao Dia da Baixada (30 de abril) e os apoiadores do Prêmio também foram homenageados, com certificados. “ Temos um profundo sentimento de gratidão aos que apoiam e incentivam a criação e difusão da cultura na região. Essa é uma das nossas missões (do Fórum). Convidamos os presentes para se juntar a nós, porque o Fórum somos todos nós”, finalizou Claudina Oliveira. O corpo de ballet infantil guapiense e a banda Túnel do Tempo encerraram a festa.

    Conheça os vencedores:

    Artes Visuais e Artes Digitais Eletrônicas – Fabiana Kaled

    Audiovisual – Flávio Machado

    Cidadania – Instituição Espiritualista Oni Lewa Njo

    Comunicação em Mídias Interativas – Japeri Online/ Ivan Lima

    Literatura – Thiago Kuerques

    Música – Irio Lima

    Patrimônio Cultural – Sociedade Musical Santa Cecília

    Produção Acadêmica – Edileuza Queiroz

    Produção Cultural (pessoa física) – Eric Fanuel

    Produção Cultural (pessoa jurídica) – Sesi Duque de Caxias

    Responsabilidade Social e Sustentabilidade – Idalina Souza

    Artes Cênicas – Ru’art

  • Grande festa celebra o XVI Prêmio Baixada

    Nos dias 2, 3 e 4 de fevereiro, a cidade de Guapimirim, na Baixada Fluminense, promove uma grande celebração, no Grêmio Recreativo Musical Guapiense, para receber a XVI edição do Prêmio Baixada. A extensa programação conta com apresentações de artistas locais, exposições e o cerimonial de entrega do prêmio.
    A iniciativa vai contemplar pessoas ou instituições do segmento cultural da Baixada ou que tenham desenvolvido um trabalho em prol da região. São 35 finalistas que concorrem em 11 categorias. Três instituições também vão receber uma homenagem especial, pelo conjunto da obra. Dentre elas, a Orquestra Sinfônica da Baixada, que reúne mais de 150 músicos de cidades da Baixada Fluminense.

    O prêmio é uma realização do Fórum Cultural da Baixada Fluminense – entidade sem fins lucrativos que visa fomentar a produção cultural da região – em parceria com a prefeitura de Guapimirim. “Sabemos que as culturas são o ponto de partida e de chegada da construção das identidades das pessoas e dos lugares. Para nós, receber o Prêmio Baixada em nossa cidade é uma forma de valorizarmos o que temos de mais rico, que é a nossa diversidade, a nossa diferença”, ressaltou o secretário municipal de Cultura da cidade, professor Luis Cláudio.

    Em sua segunda passagem por Guapimirim – a primeira foi em 2012 -, o Prêmio Baixada passa por um dos mais importantes patrimônios culturais da cidade: O Grêmio Recreativo Musical Guapiense, reaberto no ínicio de 2018. Fundado em 1956, a instituição contribuiu para a formação de uma banda e para criação da escola de música da cidade. Também foi essencial para o desenvolvimento de projetos de formação musical e incentivo à valorização da cidadania.

    Conheça os finalistas do XVI Prêmio Baixada:

    ARTES CÊNICAS

    RUAR’T – Nova Iguaçu

    CIA. CERNE – São João de Meriti

    ALEXANDRE PAIM – Nova Iguaçu

    ARTES VISUAIS E ARTES DIGITAIS ELETRÔNICAS

    FABIANA KALED – Guapimirim

    CURSO DE GRADUAÇÃO EM BELAS ARTES – Seropédica

    ORÁDIA PORCIÚNCULA – Nova Iguaçu

    AUDIOVISUAL

    FLÁVIO MACHADO – DUQUE DE CAXIAS

    CINEMA DE GUERRILHA DA BAIXADA – São João de Meriti

    PAMELA OHNITRAN – Nova Iguaçu

    CIDADANIA

    INSTITUIÇÃO ESPIRITUALISTA ONI LEWA NJO – Magé

    ANDRÉA VALE – Nova Iguaçu

    JOSUÉ VALENTIM – Nova Iguaçu

    COMUNICAÇÃO EM MÍDIAS INTERATIVAS

    IVAN LIMA AGUILAR/ SITE JAPERI ONLINE – Japeri

    ALAN LIMA/ PORTAL BAIXADA – Nilópolis

    CARLOS EDUARDO SOTON FERREIRA/ site O melhor da Baixada – Nova Iguaçu

    LITERATURA

    THIAGO KUERQUES – Nova Iguaçu

    JONATAN MAGELLA DA SILVA – Nova Iguaçu

    CHARLENE FRANÇA – Nova Iguaçu

    MÚSICA

    IRIO LIMA – Guapimirim

    VITINHO CARDOSO – Magé

    ROTA ESPIRAL – São João de Meriti

    PATRIMÔNIO CULTURAL

    SOCIEDADE MUSICAL SANTA CECÍLIA – Magé

    ANTONIO SEIXAS – Magé

    LABORATÓRIO DE ARQUEOLOGIA BRASILEIRA – Duque de Caxias

    PRODUÇÃO ACADÊMICA/CIÊNCIA

    EDILEUZA QUEIROZ – Nova Iguaçu

    DAISE PEREIRA – Magé

    PATRICIA RANGEL – Mesquita

    PRODUÇÃO CULTURAL

    ERIC FANUEL – Magé (Pessoa Física)

    SESI CULTURAL / DUQUE DE CAXIAS – Duque de Caxias (Pessoa Jurídica)

    CENTRO DE ARTE E CULTURA – CAC UFRRJ

    ANDREIA QUINTÃO – Duque De Caxias

    RUBEM JATOBÁ (RAS BEMRU) – Nilópolis

    RESPONSABILIDADE SOCIAL E SUSTENTABILIDADE

    IDALINA SOUZA – Duque de Caxias

    ANA MARIA DE SOUZA – Magé

    CIA DE TEATRO E AUDIOVISUAL WOOLEEFER – Magé 

    PRÊMIOS ESPECIAIS:

    ECONOMIA CRIATIVA: MEMORY AUDIOVISUAL

    MÚSICA: ORQUESTRA SINFÔNICA DA BAIXADA

    TEATRO: FLUTUARTE
    PROGRAMAÇÃO:

    Dia 2

    10h – abertura

    Exposição e venda de arte e artesanatos e gastronomia;

    Exibição de Timbalada e Bumba Meu Boi da Serra Imperial;

    19h – Show acústico de Írio Lima e Zé Galdino

    Dia 3

    13h

    Exposição e venda de arte e artesanatos e gastronomia;

    Exibição de Timbalada e Bumba Meu Boi da Serra Imperial;

    Apresentação de arte-educadores;

    19h

    Recital de violino com Rosanne Souza;

    Henrique e trio;

    Show com Pedro Cheppi;

    Dia 4

    10h Exposição e venda de arte e artesanatos e gastronomia;

    15h Voz e Violão com Flávio Granlem;

    16h Solenidade de entrega do XVI Prêmio Baixada;

    19h Show com a Banda Túnel do Tempo.

    SERVIÇO:

    XVI Prêmio Baixada
    Data: 2, 3 e 4 de fevereiro
    Local: Sede do Grêmio Recreativo Musical Guapiense (Rua Professor Rocha Faria, 215, – Vila Guapi, Guapimirim – RJ)
    Entrada gratuita

  • Prefeitura não promoverá Carnaval em Japeri

    A prefeitura de Japeri divulgou uma nota informando que não promoverá a festividade neste ano.

    Após 3 anos sem comemorações oficiais, a atual gestão retomou a festa em 2017 com grande aceitação dos foliões que comemoraram o fato de não precisarem sair da cidade para curtir o Carnaval.

    A prefeitura justifica o cancelamento da festa pela falta de recursos financeiros para tal finalidade. 

    Confira a nota da prefeitura:

    “A decisão de não realizar a programação de Carnaval, este ano, foi anunciada pelo prefeito Carlos Moraes na tarde desta quinta-feira (25). Ele disse a crise econômica que assola o País e a consequente redução dos rapasses estaduais e federais para o município, impedem que o governo promova a festa do momo em Japeri.

     “A cidade tem outras prioridades que precisam ser observadas”, explicou, frisando que o gasto com o Carnaval poderia também prejudicar a folha de pagamento do funcionalismo público municipal.”

    Siga a programação de Carnaval do Rio e da Baixada no site www.japerionline.com.br

  • Baixadaria chega a Japeri dia 3

    O Espaço Cultural Código recebe o Baixadaria com a apresentação de 6 comediantes de altíssima qualidade no dia 3 de fevereiro às 19h30.

    O Espaço Código é o pioneiro na cidade em apresentações de Stand Up Comedy e tem se tornado referência. 

    O primeiro espetáculo apresentado na cidade foi Japeri Comedy Show idealizado por jovens comediantes entre eles Uel Graça que também fará parte da apresentação do dia 3.

    O Japeri Online recomenda e garante muitas gargalhadas!

    Serviço 

    Espaço Cultural Código 

    Dia 3/2

    19h30

    Ingressos entre R$ 10 e 20

  • Confira a cobertura do 1° Japeri Comedy do ano

    No último sábado, 14 de Janeiro, a cidade tremeu ao som de risadas no Espaço Código, onde aconteceu a primeira edição do ano do Japeri Comedy Show.

    O grupo foi idealizado pelo ator e comediante Uelinton Fragha e vem se apresentando desde o início de 2017, trazendo artistas locais e de outras regiões do Rio de Janeiro, inclusive artistas de programas humorísticos da TV como a Praça é Nossa. O show traz uma proposta que vem ganhando destaque no Brasil, o Stand Up, que se caracteriza por apenas um comediante no palco, sem acessórios, personagens ou recursos teatrais. A sua única ferramenta é a criatividade para contar piadas próprias, estilo também conhecido como “humor de cara limpa”.

    A casa encheu para prestigiar os oito comediantes: André Lameja, Daniel Lopes, Eli Junior, Hugo de Faria, Léo Serejo, Luan Costa, Marcos Machado e Rhudson Vieira.

    Você pode saber um pouco do que rolou assistindo nossa matéria no Youtube, link abaixo:

    http://youtu.be/mBmG8pZLZPk&w=480

  • Japeriense apresenta documentário em evento no Rio

    O documentário O Negro em Japeri começa a ganhar notoriedade no meio cinematográfico.

    Nesta sexta, dia 22, o documentário será apresentado na I Feira Cultural do Coletivo Humano promovido pelo Centro Cultural Othelo da Lapa.

    O diretor do filme, Patrick Lima, está muito feliz com os frutos que o trabalho tem ganhado. Após ter uma ótima aceitação nas redes sociais, diversos grupos culturais e profissionais da área tem elogiado a produção.

    Patrick Lima é morador de Japeri, editor de mídias do Site Japeri Online e aluno do Colégio Bonfim. 

    O evento acontece nesta sexta a partir das 14h.

    Mais detalhes pode ser obtidas no site:
    http://www.coletivohumano.com.br/o-negro-em-japeri/#

    Link do Teaser:

  • OSB se apresenta em Japeri em noite de música e emoção 

    Nesta quarta-feira, 13/12, foi noite de música clássica em Japeri.

    O evento que aconteceu na Praça de Eventos em frente à prefeitura iniciou com a apresentação das fanfarras das escolas municipais, seguido pela orquestra municipal de Japeri e as apresentações com a escola de dança Danielle Fernandes. Um momento importante para a visibilidade artística dos japerienses.

    E pra encerrar a noite que entrou para história da cultura do município, se apresentou o mais tradicional conjunto sinfônico do país, a OSB. A pioneira em realizar turnês pelo Brasil e exterior.

    As missões institucionais da OSB contemplam a conquista de novos públicos para a música sinfônica, o incentivo a novos talentos e a divulgação de um repertório diversificado, objetivos alcançados em mais de 5 mil concertos realizados durante 76 anos de trajetória ininterrupta.

    O evento contou com a presença de um público atento e curioso para ouvir uma música que só era conhecida nos filmes. A orquestra tocou clássicos eruditos e músicas populares.

    Participaram da apresentação, 15 músicos japerienses selecionados numa audição no meio do ano.

     

  • Japerienses se apresentam amanhã com a OSB

    Amanhã, em frete a prefeitura, acontecerá um daqueles momentos que entrarão para a história de Japeri. Dezesseis jovens moradores da cidade tocarão com a Orquestra Sinfônica Brasileira gratuitamente a partir das 20h.

    Mais de 60 músicos da cidade se inscreveram para a seleção e apenas 16 estarão representando a cidade nesta apresentação.

    Os ensaios aconteceram durante várias semana tanto em Japeri quanto na Barra da Tijuca onde a Orquestra faz o seu último ensaio amanhã. 

    Será uma ótima oportunidade de ouvir uma música de qualidade e prestigiar a arte produzida por jovens japerienses.

    Serviço 

    Praça de Eventos da Prefeitura

    20h

    Grátis 

  • Sábado tem Japeri Estação Cultura no Calçadão Leni Ferreira

    Neste sábado, 9, tem o Japeri Estacao Cultura que vai trazer diversas manifestações artísticas para o calçadão Leni Ferreira. 

    Não deixe de participar e de prestigiar os artistas da cidade.

    Haverá uma homenagem especial ao querido Mestre Azulão que por décadas cantou as histórias de Japwribemnseu Cordel.

    O evento é promovido pela Secretaria de Cultura de Japeri.

  • Hoje é dia de reflexão

    O Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado, no Brasil, em 20 de novembro. Foi criado em 2003, mas somente em 2011, sendo feriado em cerca de mil cidades em todo o país e nos estados de Alagoas, Amazonas, Amapá, Mato Grosso e Rio de Janeiro através de decretos estaduais.

    O feriado é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi escolhida por coincidir com o dia atribuído à morte de Zumbi dos Palmares, em 1695.

    Para contribuir com os debates sobre a questão, o jovem japeriense e fotógrafo do Site Japeri Online criou um documentário sobre o negro em Japeri. 

    Confira 

    http://youtu.be/-iTGgCj5i8w

  • Programação do Alma da Baixada que acontece neste mês no Sesc NI

    Olhares da Baixada

    Exposição fotográfica sob a ótica de 9 artistas que possuem ligações afetivas, profissionais e pessoais com a Baixada Fluminense. É composta por 3 recortes curatoriais, cada um estabelecido em uma unidade Sesc: Duque de Caxias, São João de Meriti e Nova Iguaçu. Artistas: Ratão Diniz, Igor Freitas, Mazé Mixo, Getúlio Ribeiro, Theo Guedes, Danilo Sergio, Fabio Caffé, Tayana Leoncio e Paula Eliane. Curadoria de Simone Rodrigues – fotógrafa, pesquisadora e professora de fotografia.

    Grátis. 1 a 31/11 | Terça a domingo das 9h30 às 17h30. Classificação: livre. Local: Sala de Exposições.

     

    Objetuais e Escultóricos

    Artistas que possuem residência, ateliês ou outros tipos de vivência na Baixada Fluminense oferecem uma visão multifacetada de objetos e esculturas produzidos e/ou encontrados (objetstrouvés) a partir de suas experiências particulares e da influência do entorno. No caso, a Baixada Fluminense, muitas vezes capturando a matéria-prima que abunda na região, seja na forma de uma materialidade mais evidente como a sucata, seja através de um “saber
    manual” ou artesania simbólica e sensível. São apresentadas, assim, algumas visões distintas materializadas por esculturas e objetos que representam, ainda que de forma breve, a complexidade do aparato simbólico e da qualidade
    plástica dos artistas da Baixada Fluminense no SESC de Nova Iguaçu.

    Curadoria: Renata Gesomino l Artistas: Ana Ana l Silvia Schiavone l Raimundo Rodriguez l Deneir de Souza Martins l Júlio Ferreira Sekiguchi l Yago Toscano

    Local: Hall do Teatro l Terça à
    Domingo, das 9h30 às 17h30.

     

    Orquestra da Baixada| 25 de novembro

    A Orquestra Sinfônica da Baixada Fluminense confunde-se intrinsecamente com seu
    maestro Sr. Iracito Cerqueira da Silva.

    Ele se apaixonou pela música aos 12 anos, quando começou a reger o coro da escola na qual estudava, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. E em 1973, criou e regeu a Orquestra de Bangu. Hoje essa orquestra integra 160 músicos( coristas e instrumentistas).

    Vários professores renomados ,músicos militares e
    maestros fazem parte deste lindo trabalho.

    Local: Teatro 10h Classificação Livre

     

    Folia dos Marinheiros I 25 de Novembro

    A Folia de Reis dos Marinheiros, também conhecida como “Três Reis do Oriente”, foi fundada em 1967; tem 50 anos de existência; veio do Cambuci, município da região noroeste fluminense do estado, chegando à
    Piabetá-Magé, através do Sr. Gessi Senra, falecido em 12 de março desde ano. Todo dia 25 de Dezembro eles
    saem em procissão, mantendo a tradição de visitar casas, onde são convidados para tocar, cantar suas
    ladainhas. Também uma vez por ano fazem o “ARREMATE”, que consiste no momento de confraternização dos participantes do reisado. Atualmente Dona Genecy, juntamente com seus
    filhos Gesio, Fátima e o sobrinho bandeireiro Pedro Antônio, lideram 40 componentes que mantém vivo esse importante patrimônio imaterial.

    Local: Cortejo 11h do Teatro até palco restaurante Classificação Livre

     

    Cineclube Mate com Angu | 25 de novembro

    O Cineclube Mate Com Angu atua desde 2002 na Baixada Fluminense realizando sessões cineclubistas, produzindo filmes, dinamizando oficinas de audiovisual e provocando a região a se olhar. O grupo tem construído um portfolio no audiovisual nacional que inclui curtas-metragens, vinhetas, programas de TV, videoartes, além de contar com grande experiência em oficinas de cinema, novas mídias e outros  processos criativos colaborativos. Em maio de 2017 o grupo realizará a terceira edição do Festival Mate Com Angu de Cinema Popular e se encontra em produção de seu primeiro longa-metragem.

    Local: Teatro | 13h30 classificação

     

    Enraizados “Poetas Compulsivos” I 25 de Novembro

    Poetas Compulsivos é uma ação realizada pelo Instituto Enraizados com o objetivo de utilizar a poesia e o rap para celebrar a palavra. A ideia é inspirar as pessoas a se reconhecerem como poetas, principalmente os jovens, por isso são realizadas uma série de atividades interativas, com  rimas improvisadas, intervenções artísticas, sorteios de livros e shows.

    Esta edição será apresentada pelo rapper Shu Rodrigues, enquanto dos rappers Gabriel Montsho e Passarinho realização as intervenções poéticas.

    DJ Dorgo será o maestro da festa e comandará os shows de Dudu de Morro Agudo e Marcão Baixada.

    Local: Área restaurante 14:30. Classificação Livre

     

    GW Cia de Performance | 25 de novembro

    Local: Teatro | 16:00 Classificação Livre

    As iniciais que dão nome ao premiado grupo de street dance de Mesquita pertencem ao professor, coreógrafo e bailarino Gil Wanderson, filho de carnavalesco
    e apaixonado pela dança desde a adolescência. Em 2000, o artista fundou a DRC – Dança de Rua da
    Chatuba – hoje, rebatizada de GW Cia de Performance – , que começou como projeto social e depois se profissionalizou, emplacando vários títulos em
    campeonatos de dança pelo país. O grupo, formado por jovens de 18 a 32 anos, foi eleito pelo Conselho
    Brasileiro de Dança como o melhor grupo na modalidade dança de rua. Premiado em diversas
    mostras competitivas de dança – inclusive internacionais – se tornou referência de crianças e jovens da região que buscam profissionalização na dança de rua.

     

    Dream Team do Passinho I 25 de Novembro

    Frupo musical brasileiro formado em 2013 no Rio de Janeiro, com integrantes da Baixada  Fluminense. Em 2015, assinaram com a gravadora Sony para lançar
    o disco de estreia, chamado Aperte o Play.
    O grupo, hoje estourado em todo o Brasil, busca imprimir a identidade carioca com muita dança e ritmo oriundo das favelas do Rio.

    Local: Área Rest. 17 h. Classificação Livre

     

    Madson Vilela – Contação de histórias | 26 de novembro

    Madson Vilela tem 24 anos, e é natural de Nova Iguaçu/RJ. Formado em Teatro pelo Grupo Nós do Morro participou do projeto de Contação de História Mudando a Narrativa. Projeto de contação e que promove também ações de incentivo à leitura acessíveis nas Bibliotecas públicas municipais e
    envolve pessoas com deficiência em todo processo de realização e fruição.

    Local: biblioteca | 10h classificação livre

     

    Grupo Dandalua | Oficina, cortejo e Roda de Danças Populares l 26/11

    A oficina de danças populares visa o ensino de danças de matriz africana, especificamente o jongo e o coco. O propósito é trabalhar a história, os movimentos que
    compõe cada dança e os pontos (cantos), fomentando o encontro com a nossa herança cultural. A atividade será realizada por dois profissionais de dança ao som de tambores com 3 percussionistas.
    Ao final da oficina realizaremos uma grande roda de dança. A roda do Dandalua é um momento de resgate das nossas raízes culturais onde as saias rodam, os tambores rufam, as palmas estalam e as vozes afinam
    ao som ancestral de manifestações culturais brasileiras como jongo, samba-chula, samba
    corrido, ciranda, coco de umbigada, maculelê, puxada de rede e capoeira.

    Local: palco restaurante | Área externa 11h
    classificação livre

     

    Cineclube Buraco do Getúlio | 26 de novembro

    O “Buraco” realiza desde julho de 2006, sessões mensais e gratuitas, difundindo o curta-metragem e promovendo intervenções artísticas de teatro, poesia e circo no intervalo entre os filmes, além de shows musicais e performances de DJs e VJs. Em 2015, o Cineclube Buraco do Getúlio passou a realizar exibições e sessões na Praça dos Direitos Humanos de Nova Iguaçu, no 2° sábado, intercalando os meses.

    Local: Teatro | 13h30 classificação livre

     

    Macedo Griot – Contação de histórias | 26 de novembro

    Ativista cultural forjado na história  das relações da arte com a educação no eixo Rio-Baixada Fluminense por mais de 20 anos, com algumas premiações em
    música (2014 – Festival Talentos da Boa/Antártica-5o Lugar com a música Benguelê e Santa Marta Canta Geral, Prêmio do Juri Oficial de Melhor Letra, com Zumbi do Morro); entre outros prêmios teatrais. No Rio, por mais de 2 anos, é o Griot que conta suas
    histórias no Valongo, Pedra do Sal, morro da Conceição e Instituto Pretos Novos no Projeto de
    Contação Tridimensional de Histórias, uma dinâmica itinerante que situa a história e o espectador no espaço físico onde a ação teria se dado.

    Local: Coreto | 14h 30

     

    Fanfarras Prod. “Hoje tem Marmelada” | 26 de
    novembro

    O espetáculo é uma homenagem aos tradicionais palhaços de circo que povoaram a imaginação das criança. HOJE TEM MARMELADA!
    TEM SIM SENHOR… é dividido em esquetes bem movimentados, em cada um deles se desenvolve uma historinha típica de palhaço em que um sempre tenta pregar uma peça no outro.São todos quadros
    resgatados de nossas lembranças de infância, de quando íamos ao circo com nossos pais. Cada palhaço tem uma característica própria bem definida. Batata o gozador não perde tempo em nada, sempre aprontando uma das suas inúmeras estripulias. O Burraldo, como o próprio nome já lembra alguma coisa, é burro mesmo e um prato cheio para as brincadeiras do amigo Batata. Por fim o Parafuso este sim, tudo é festa, riso, pra ele o importante é está de bem com a vida e sorrindo sempre. E é nesse clima que o espetáculo acontece, procurando fazer com que as crianças tenham presença ativa durante a encenação e deixem ser meros espectadores.

    Texto e direção: Luiz
    Valentim

    Local: Teatro | 16 h

     

    Pimenta do Reino I 26 de Novembro

    Em 2002 nasce a proposta de uma banda que em seu repertório traga suas próprias composições alem de difundir mestres como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Trio Nordestino e tantos outros da musica
    popular do nordeste.
    Surge então a banda Pimenta do Reino.
    Incluindo novos instrumentos na roupagem de suas musicas, a banda acabou dando ao seu público o estigma de “Um Forró diferente”, é o que o público fala após ouvir o Pimenta do Reino tocar. Com um estilo musical bastante peculiar, o Pimenta, como
    é carinhosamente chamado pelos fãs, vai além do Forró-pé-de-serra. Mistura sanfona, zabumba e tri-ângulo com violão, flauta, violino, baixo e percussão.
    O resultado dessa mistura é uma melodia leve e dançante. Talvez seja por isso que por onde passa o sucesso de público é garantido. Nos mais dez anos de estrada a banda dividiu palco com Zé Ramalho, Geraldo Azevedo, Alceu Valença entre outros.

    Local: Área rest. 17 h. Classificação Livre