O Blocolutt abriu sua agenda de shows no CarnaJaperi neste sábado (14) na Praça do Skate, agitando o público com sucessos do axé music e outros clássicos do Carnaval.
Nesta segunda (16), é a vez da Praça de Santa Amélia receber o show do grupo e, para encerrar a maratona de apresentações, tem dose dupla na terça (17), com shows na Praça de Engenheiro Pedreira e na Praça do Skate.
Sempre acompanhado de seus bailarinos, Lucas é um artista local de muito talento e contagia todo mundo com muita alegria e animação.
A Copa do Brasil está chegando e quatro japerienses disputarão a competição que começa nesta quarta (18). O goleiro Oliveira do Monte Roraima-RO entra em campo contra o Gama-DF às 20h. No mesmo horário, o Piauí-PI do zagueiro Eduardo Thurram entra em campo contra o Betim-MG, em Minas. Caso avancem, as equipes entram no sorteio da próxima fase.
Os outros dois jogadores são Luiz Otávio que assinou recentemente com o Ceará e Wellington Rato que ainda se recupera de uma lesão grave e deve entrar em campo pelo Goiás nas fases mais avançadas.
Luiz Otávio está de casa nova! Agora, o xerife japeriense vai defender o Vozão, o Ceará SC. A transferência foi confirmada em pleno Carnaval e a curiosidade é que já existe um zagueiro na equipe chamado Luiz Otávio, este natural de Carmo/RJ. Como o Luiz Otávio de Japeri será chamado? Xerife? Japeri? Em breve, atualizações.
O Xerifão estava no Mirassol e integrou a equipe na brilhante campanha no Brasileirão de 2025, garantindo a inédita vaga para a Libertadores deste ano. Se ficasse no Mirassol, Luiz Otávio jogaria a sua segunda Libertadores, mas não será desta vez. Pelo Bahia, Luiz Otávio havia jogado a Sul-Americana com direito ao seu clássico gol de cabeça.
Bahia 2 x 2 Independiente | Fase de Grupos | Sudamericana 2021
O Ceará jogará o Brasileirão 2026 e a estreia será contra o São Bernardo SP. Em 2025, Luiz Otávio jogou apenas 5 partidas por conta de um lesão, e em 2026, recuperado, o zagueiro japeriense jogou 6 partidas e marcou um gol.
O Grupo Código abre inscrições para mais uma edição do projeto Oficinas Culturais e Território, formação artística gratuita para a comunidade de Japeri e região.
Em 2026 o projeto será semestral, com 5 meses de duração, fortalecendo o acompanhamento pedagógico e os processos criativos das turmas.
Vamos explorar Teatro, Canto e Balé como ferramentas de expressão, fortalecendo a cultura periférica, o pertencimento territorial e a formação cidadă.
A grande novidade é a oficina de Balé, ampliando as possibilidades de formação artística dentro do projeto.
Período de inscrições: 13/02 a 25/02 Local: Espaço Cultural Grupo Código Vagas limitadas
Atenção: quem participou no ano passado precisa se inscrever novamente.
Oficinas:
Teatro para crianças (7 a 13 anos) – jogos teatrais e contação de histórias.
Teatro Jovens e Adultos (14+) – expressão corporal, improvisação e criação cênica.
Canto (14+) – técnica vocal, respiração e interpretação musical com abordagem comunitária.
Balé – turmas Baby e Infantil, com foco em musicalização, coordenação motora e fundamentos da dança.
As oficinas têm abordagem territorial, trabalhando as linguagens artísticas pela e para a comunidade, estimulando o desenvolvimento artístico e a valorização da cultura periférica. Também teremos momentos de reflexão sobre Japeri e a Baixada Fluminense.
Início das aulas: 06/03
Duração: 5 meses
Certificação para quem tiver no mínimo 80% de presença.
As inscrições encerram em 25/02. Não perca essa oportunidade. Inscreva-se pelo link na bio e venha continuar escrevendo essa história com a gente.
FICHA TÉCNICA
Realização: Grupo Código
Direção de produção: Davi Silva
Produção executiva: Junior Oliveira
Assistente de produção: Carol França
Coordenação pedagógica: Juliana França
Designer: Ana Luíza Oliveira
Oficineiros: Gaia Patricia, Walle-B, Bruno W. Medsta,
Jennifer Silva
Assessoria de imprensa: Dia Comunicação
Fotografia e filmagem: Patrick Lima
Monitores: Ray Amorim e Maria Fernanda
Patrocínio: Christine Kranz Foundation
Apoio: Rede On-line, Japeri On-line, Meglio Digital
Iniciativa é aberta ao público, sem pré-requisitos, e propõe refletir sobre a arte a partir de seu contexto histórico e social
O Centro Cultural Deputado Luis Eduardo Maron de Magalhães, em Japeri, está com inscrições abertas para o curso História Social da Arte, voltado a interessados em compreender os movimentos artísticos a partir de suas relações com a sociedade e o momento histórico em que foram produzidos.
A proposta do curso é discutir a História da Arte sob um prisma social, refletindo não apenas sobre as obras, mas também sobre a forma como a própria história da arte foi escrita ao longo do tempo. A iniciativa busca ampliar o olhar do público para as conexões entre arte, cultura e transformações sociais.
O curso não exige pré-requisitos e é destinado tanto a leigos quanto a amantes da História, da Cultura e das Artes que desejam aprofundar conhecimentos de maneira acessível e reflexiva.
As aulas são ministradas por Blonsom Faria, professor, arquiteto e historiador, pesquisador dedicado aos estudos das artes, da história e das relações entre sociedade e produção cultural.
Serviço Curso: História Social da Arte Professor: Blonsom Faria Dias e horários: Quartas-feiras, das 15h às 16h30 Local: Centro Cultural Deputado Luis Eduardo Maron de Magalhães Endereço: Av. Tancredo Neves, Parque Mucajá, Japeri – RJ CEP: 26420-243 Público-alvo: Aberto ao público, sem pré-requisitos Duração: Curso contínuo
Saio do mercado, distraindo-me ao tentar ajeitar as sacolas na mão, sem perceber o que vem à minha frente. De repente, deparo-me com uma senhora, também distraída a olhar para o chão. Por pouco, não tombamos um no outro, até que ela levantou o rosto com um olhar lúgubre, um tanto perdido. Ela olha para mim e diz: “Desculpe, meu filho”. Eu a respondo dizendo que está tudo bem e pergunto se ela está bem. Ela não responde. Creio que não ouviu minha pergunta e seguiu seu caminho olhando para o chão.
Enquanto eu seguia de volta para casa, não conseguia esquecer aquele rosto e aquele olhar, direcionado ao chão. Por que será que ela olhava para o chão de uma maneira tão compenetrada? O que será que estava à procura? Em tempos de PIX, onde quase não circula mais dinheiro vivo, quem dirá achar algum, qualquer que seja, perdido por aí. Creio que não era dinheiro o que ela esperava encontrar. Talvez estivesse procurando por si mesma. Talvez, procurando o tempo que passou. Talvez, procurando o seu sorriso de menina. Talvez, procurando o seu primeiro beijo. Talvez, procurando aqueles que já se foram. Talvez, procurando um futuro. Ou talvez estivesse procurando um lugar qualquer. Um lugar que fosse menos insalubre para a sua existência. E, quando dei por mim, pude me identificar com ela, lembrando que, em muitos momentos, sou eu a caminhar por aí a olhar para o chão.
Assim como imagino o que ela espera encontrar, ponho-me a pensar no que estou a procurar quando olho para o chão. Se não é fácil encontrar dinheiro, pudera eu encontrar pelo menos uma moeda da sorte. Mais que isso, fico a imaginar todas as pessoas que caminham enquanto olham para o chão e me identifico com elas de alguma forma. Talvez estejamos buscando encontrar uma versão de nós que não existe mais. Talvez estejamos buscando os momentos perdidos ou os momentos que não virão. Talvez estejamos buscando um lugar para existir. Seja uma casa no campo do tamanho da paz. Seja buscando um espaço no coração, no olhar ou na vida de alguém.
No livro “Eu só existo no olhar do outro?” (Paidós, 2025), os psicanalistas Ana Suy e Christian Dunker costuram, por meio de um belo diálogo, uma reflexão sobre o papel que o olhar do outro cumpre, ou não, na nossa construção como sujeito. Nele, podemos pensar o olhar do outro como um local de identificação, de pertencimento. O outro como medida de mim mesmo. Eu só existo porque o outro existe.
Nesse sentido, se posso pensar no olhar do outro como identificação e pertencimento, então esse olhar pode ser visto como um lugar. Um lugar em que eu possa habitar. Um lugar em que eu possa existir. Um lugar em que eu possa ser acolhido. Logo, podemos pensar que, se esse lugar deixa de existir, deixamos de existir junto com ele. Como uma frase que ouvi uma vez, cuja autoria desconheço, mas que dizia: “Os sujeitos que não têm lugar no desejo do outro costumam seguir cegamente o destino de desaparecer”. E aqui podemos pensar no desejo do outro como seu olhar, como um lugar.
O que podemos fazer quando não cabemos no olhar do outro, por esse não desejo? Eis uma questão cuja resposta não tenho no momento. Mas sei que daria uma outra crônica. O que sei por agora, enquanto chego em casa, é que preciso guardar as compras e seguir com a vida ordinária.
A cada luta, Alexia Burguesinha consolida seu nome no ranking mundial do MMA, dentro do UFC, a principal organização da modalidade.
Com apenas duas lutas na maior franquia do mundo, Burguesinha já havia alcançado a 14ª posição no ranking das lutadoras da categoria Peso-Palha. Porém, com uma impressionante sequência de 11 vitórias consecutivas, Alexia subiu mais uma colocação e hoje ocupa a 13ª posição do ranking.
Para estar entre as melhores do mundo em sua categoria, Alexia precisou abrir mão de muitas coisas, como a convivência com amigos de infância, com a família e com sua cidade natal, Japeri. No entanto, jamais abriu mão da alegria e da vontade de vencer em um esporte tão exigente quanto o MMA.
A trajetória até o UFC começou cedo. Alexia Thainara iniciou sua caminhada nos tatames ainda jovem e, com o apoio de seus mestres, disputou suas primeiras batalhas profissionais aos 23 anos. Sua estreia aconteceu no New Corpore Extreme 27, em 2018. Desde então, a atleta japeriense passou por importantes eventos do cenário nacional, como Favela Kombat, Thunder Fight — onde sofreu sua única derrota até hoje —, Arena Global, XForce MMA, Pentagon Combat, Standout Fighting Tournament, Maximum Fight, Jungle Fight e o Dana White’s Contender Series, competição que abriu definitivamente as portas do UFC para Alexia.
Com o passar do tempo, Alexia precisou se despedir de Japeri após receber o convite de Marcelo Ribas, pai da lutadora Amanda Ribas para ser sua sparring. Essa oportunidade foi decisiva, abrindo novos caminhos na carreira e culminando no convite para participar do Dana White’s Contender Series.
Dana White, presidente do UFC, criou o Contender Series como uma vitrine para selecionar novos talentos que sonham em ingressar no Ultimate Fighting Championship. Alexia treinou intensamente e enxergou ali a melhor — e talvez a única — chance de alcançar seu objetivo. E deu certo: Burguesinha venceu Rose Conceição e conquistou a tão sonhada vaga no UFC.
Desde então, Alexia Burguesinha vive o sonho de fazer o que ama, conhecer novas culturas e viver do esporte. Aquela menina que iniciou no futebol e começou a lutar escondida da família, com o apoio do professor Luiz Japeri, hoje se tornou referência para jovens das periferias do Brasil que sonham em vencer na vida.
Alexia já venceu muitos desafios. Agora, o próximo passo é ainda maior: escrever seu nome na história do MMA, superar seus ídolos e conquistar o mundo.
O jornal não governamental Vozes das Comunidades publicou uma matéria completa sobre o problema que o Grupo Código e moradores da Rua Davi estão passando.
Apesar da relevância de um projeto que já atendeu mais de 10 mil pessoas, o grupo convive com o que chamam de racismo ambiental. Juliana França, gestora do espaço, explica que obras públicas elevaram o nível do asfalto em mais de um metro, deixando a sede abaixo do nível da via. “A gente virou o bueiro da rua. Toda a água e dejetos descem para dentro do nosso espaço”, denuncia.
A situação se agravou com a construção de um estacionamento vizinho, cujas escavações fazem o barro “minar” do chão. O prejuízo é artístico e estrutural: livros da biblioteca comunitária foram perdidos, figurinos de peças premiadas foram danificados e rachaduras nas paredes geram medo de desabamento.
Como ajudar? Para quem deseja apoiar a continuidade das atividades socioculturais em Japeri, o Grupo Código mantém duas frentes de atuação imediata:
Abaixo-assinado: Disponível presencialmente na Rua Davi ou em formato virtual (link disponível nas redes sociais do @grupocodigo). Vaquinha Permanente: Canal de doações voltado para a recuperação urgente do espaço, reforma do espaço cênico e reposição do material perdido. Link disponível.
Saiu a programação do Carnaval da Prefeitura de Miguel Pereira. A festa de Momo vai de 14 a 17 de fevereiro com programação em três distritos da cidade: Miguel Pereira, Conrado e Portela.
A noite de domingo foi especial para o Fluminense e o time de futebol americano, Seattle Seahawks, que se sagraram campeões.
No Rio, o Fluminense faturou a Taça Guanabara que há muitos anos atrás era um título de importância e disputado com gana até o final. Apesar de tanta história, hoje a Taça Guanabara está desprestigiada por todos os grande do Rio, mas quando se ganha tem que comemorar e foi isso que o Tricolor fez após a magra vitória contra o Maricá por 1 a 0, com gol de Serna.
Com o título, o Fluminense vai pegar o Bangu que ficou em último lugar no Grupo A.
Os outros jogos das quartas de final também estão definidos com os confrontos entre:
Botafogo x Flamengo
Madureira x Boavista
Vasco x Volta Redonda
No mesmo horário da partida do título do Tricolor, acontecia a final do Super Bowl na Califórnia, numa partida repleta de emoção entre New England Patriots e Seattle Seahawks.
O Seahawks não deu chance para o Patriots e de ponta a ponta do jogo dominou, não permitindo a ex-equipe de Tom Brady nem respirar na partida.
No intervalo, a apresentação do Bad Bunny enalteceu a latinidade em meio a repressão contra imigrantes nos Estados Unidos.
Em setembro, o Rio será palco da partida entre Dallas Cowboys e uma outra equipe que ainda será divulgada. Esta será a terceira partida da NFL no Brasil e a estreia do Rio na temporada regular.
De 02/02 a 20/02, jovens a partir de 13 anos podem garantir vaga na primeira escola pública gamer do Brasil.
O Projeto GameCraft Japeri trabalha com ensino imersivo, professores especializados e foco no futuro, preparando os aluno para o mercado e o cenário gamer.
Cursos disponíveis:
Desenvolvimento de Jogos, Counter-Strike 2, Minecraft (para ensino ambiental, ensinamos sobre desenvolvimento sustentável e uso consciente de recursos, criando uma cidade ecológica dentro do jogo), Informática Básica (inclusão digital), Terceira Idade Digital (inclusão digital), FreeFire Emulador
O JPS está de volta aos palcos com um show especial que promete muitas risadas. O trio da Baixada — Uel Fragha, Yureh Amâncio e Wellington Santos — abre o ano com um showzão beneficente imperdível!
E não para por aí! A noite ainda contará com uma turma de peso da Baixada, reunindo talentos como Márcio Soares, Igor Leone, Bruno de França, Rafael e Jean Gomes.
SERVIÇO
Data: 28 de fevereiro (sábado) Horário: 19h30 Local: Espaço do Instituto Superar – Japeri
Entrada solidária: 1kg de alimento não perecível Todos os alimentos arrecadados serão doados para uma instituição.
Chame os amigos, venha curtir boa música e fazer o bem ao mesmo tempo. A Baixada vai ferver! 🔥
“Nós, abaixo-assinados moradores, artistas, educadores, agentes culturais e apoiadores da cultura na Baixada Fluminense manifestamos nossa profunda preocupação e indignação, exigimos providências urgentes diante da situação enfrentada pelo Espaço Código, localizado na cidade de Japeri (RJ), bem como pelos moradores da rua e do seu entorno.
O Espaço Código está inserido em uma rua que sofre alagamentos recorrentes em períodos de chuva, situação que impacta diretamente a vida cotidiana da população local. Em diversos momentos, a via torna-se intransitável, impedindo a circulação segura de pedestres, moradores, crianças, idosos e trabalhadores, além de dificultar o acesso a residências, comércios e serviços básicos.
As enchentes não se restringem ao espaço cultural: invadem casas vizinhas, provocam prejuízos materiais, colocam em risco a saúde da população, geram insegurança e um desgaste constante para quem vive e circula na região. Trata-se de um problema antigo, conhecido e reiteradamente negligenciado pelo poder público, que se repete ano após ano.
No caso específico do Espaço Código, os impactos das enchentes já resultaram em: • alagamento frequente do espaço cultural; • danos estruturais, incluindo fissura em parede, possivelmente relacionada às obras realizadas no entorno; • perdas e danos em figurinos, cenários e materiais artísticos, especialmente do espetáculo Cabeça de Porco – Retratos de um Território; • suspensão ou adiamento de oficinas, atividades culturais e ações formativas; • riscos à integridade física de trabalhadores da cultura, participantes das atividades e moradores da região.
Essa situação evidencia um quadro de precarização urbana e abandono do território, atingindo sobretudo uma região periférica, habitada majoritariamente por população negra e trabalhadora. Entendemos esse cenário como expressão de racismo ambiental, no qual a ausência de infraestrutura adequada, sistemas eficientes de drenagem e políticas públicas de manutenção urbana recai de forma recorrente sobre os mesmos corpos e territórios.
Diante disso, exigimos do poder público municipal a realização imediata de vistoria técnica, a implementação de obras estruturais de drenagem e infraestrutura urbana adequadas, e o compromisso efetivo com a segurança, a dignidade e o direito à cultura dos moradores de Japeri e de todos que constroem e utilizam o Espaço Código.”
A noite desta quarta (4), foi de chuvas em toda a Baixada e em especial, uma publicação do Grupo Código feito pela atriz e vice-presidenta, Juliana França, que relatou os transtornos causados pelas chuvas no bairro Nova Belém.
No relato emocionado e indignado, Juliana fala do descaso do poder público que conhece os problemas da região e por algum motivo não apresenta uma solução. Sem contar no supermercado que trouxe mais problemas do que benefícios aos moradores da rua.
O Espaço Cultural Código fica na Rua Davi e não é de hoje que aquela região sofre com alagamentos, mas de um tempo para cá os problemas têm se intencificado. Ruas alagarem por excesso de chuvas é comum em muitos lugares, mas o problema são os transtornos causados como a perda de móveis e eletrodomésticos, de carros, de desabamentos de morros e consequentemente, de mortes.
A população não está isenta de sua culpa por jogar lixo nas ruas e nos leitos dos rio, porém isso também não pode isentar a prefeitura de suas obrigações. E com ações preventivas os riscos diminuem.
O Espaço Cultural Código é uma referência na cultura da cidade e reconhecida dentro e fora do Brasil. Nas chuvas de 2024, a Apae Japeri também sofreu com grandes dandos estruturais e, não podemos esquecer do pequeno Calebe Jefferson Velos Costa, de 2 anos, vítima dos deslizamentos no bairro Chacrinha no mesmo ano.
O que que não se pode é normalizar que chuvas fortes precisam ser sinônimos de alagamentos nas ruas de Japeri e motivo de angústia para parte da população.
Cabe a quem tiver o poder de fazer algo neste momento, procurar e ouvir as vítimas. Além de fazer com que todos os moradores estejam seguros em qualquer rua, centro cultural, igreja ou praça de Japeri .
Todos precisam ter o mesmo sentimento quando a próxima chuva forte cair cidade: estou protegido!
O Japeri Online se solidariza com os moradores e instituições que têm sofrido com as perdas após as chuvas e acredita numa ação definitiva da Prefeitura de Japeri na solução para as inchentes na cidade.
Veja como ficou a sede do Grupo Código após as chuvas.
A rodada desta semana teve gol e assistência de japerienses.
A rodada desta semana teve gol e assistência de japerienses.
Pelo campeonato potiguar, a equipe de Welington Carioca ganhou mais 3 pontos ao vencer o Laguna por 1 a 0 com gol de Adriano Babi e com uma super assistência de Welington Carioca.
Já pelo campeonato piauiense, apesar da derrota para o Atlético-PI, o zagueiro japeriense Eduardo Thurram fez um gol de cabeça, clássico dos zagueiros artilheiros.
Pelo Paulistão, o zagueiro Luiz Otávio foi titular, mas a partida não pôde ser concluída por causa da chuva. O jogo será retomado nesta segunda-feira (2), às 15h.
Prefeitura publicou no início da noite deste domingo (1), posts com imagens chamando para o Carnaval 2026 que pela primeira vez deve acontecer em quarto locais diferentes.
Segundo as imagens, a folia vai acontecer na Praça de Engenheiro Pedreira, na Praça de Skate, na Praça do Mucajá e na Praça de Santa Amélia.
A festa acontece de 14 a 17 de fevereiro e a programação ainda não foi publicada.
No ano passado, o Carnaval aconteceu simultaneamente na Praça de Engenheiro e na Praça de Japeri e o Japeri Online esteve presente para conferir as apresentações dos artistas locais. Reveja!