No dia 24/06 (sábado), das 17h às 21h, irá acontecer a 2º edição do Sarau da Diversidade em alusão ao Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ (28/06). O evento, idealizado pelo produtor Júnior Oliveira em parceria com o Grupo Código tem como objetivo evidenciar a luta pelo direito de existir sem perseguição, combater à discriminação, ao preconceito e à violência e poder comemorar o orgulho de ser quem somos na nossa cidade.
A entrada do evento será 1kg de alimento não perecível que será doado para uma casa de acolhimento para pessoas LGBTQIAP+ em situação de vulnerabilidade, na 1º Edição em 2022 os alimentos arrecadados foram doados para CasaNem, primeira casa de acolhimento totalmente independente funcionando desde 2016 na cidade do Rio de Janeiro que abriga pessoas LGBTQIAP+ em situação de vulnerabilidade social, em sua maioria pessoas transexuais e travestis, e que desenvolve programas e atividades em diversas vertentes com atividades focadas na autonomia e cultura dos seus moradores, além de realizar atendimentos e oferecer oficinas e cursos. Em 2020, a CasaNem atingia direta e indiretamente mais de 100 pessoas.
A data
O dia 28 de junho foi escolhido para a celebração do Orgulho LGBTQIA+ devido à Revolta de Stonewall, em 1969, nos Estados Unidos. Nesta data, frequentadores do Bar Stonewall Inn, um grande ponto de encontro para a população LGBT e outras pessoas em situação de vulnerabilidade em Nova York, lutaram contra a repressão, violência policial e tantas outras agressões vivenciadas diariamente numa época que a homossexualidade ainda era considerada crime em grande parte do mundo. O episódio promoveu a ideia de “orgulho” dentro da comunidade LGBTQIAP+ e inspirou a organização da primeira Parada do Orgulho LGBTI, realizada em vários países.
O Festival Midrash de Teatro, no dia 15 de junho, quinta-feira, às 20h, com o espetáculo Naquele instante. A entrada é gratuita!
“Naquele Instante” é um experimento cênico que emerge a partir do encontro entre a ficção e a realidade. A encenação tem como base o teatro documentário, fruto de uma construção coletiva. A estrutura dramatúrgica, a encenação, o cenário e o figurino do “espetáculoexperimentocênico” se constituem de modo agrário a partir das memórias do elenco, que tem seus corpos e experiências atravessadas por um território “periferizado”, a Baixada Fluminense.
SERVIÇO:
– Peça teatral: Naquele Instante – do Grupo Código;
Data e horário: 15 de junho, às 20h;
Local: Teatro Municipal Café Pequeno – Avenida Ataulfo de Paiva, 269 Leblon Rio de Janeiro, RJ;
Passando por uma situação dificil, Bertha tem o sonho de ser palhaça e embarca em uma grande aventura. A menina faz muitos amigos em sua trajetória. No entanto, nesse caminho, ela e seus companheiros de jornada encontram pessoas que querem impedi-los de cumprir os seus objetivos. Mas que objetivos são esses? Venha assistir O Sonho de Bertha e descubra.
Ficha técnica:
Realização: Grupo Código Produção: Filippe Vaz Assistente de Produção: Davi Silva Dramaturgia: Bruno W. Medsta e Alunos da Oficina de Teatro (Turma I – 2022) Direção: Bruno W. Medsta Elenco: Davi Silva, Denner Silva, Emili Lemos, Flavielly Fortini, Juliana Trezessi, Izabella Jully, Lia Santos, Maria Fernanda, Nicole Nascimento, Nicolly Santiago, Ray Amorim. Participação especial: Carol França Músico: Ray Amorim Iluminação: Bruno W. Medsta Operador de luz: Filippe Vaz e Bruno W. Medsta Concepção de Figurino: Bruno W. Medsta, Emili Lemos, Davi Silva Figurino: Bruno W Medsta e Alunos da Oficina de Teatro (Turma I – 2022) Cenário: Bruno W. Medsta, Nicolly Santiago, Dener Silva Concepção de Maquiagem: Bruno W. Medsta, Juliana Trezessi, Maria Fernanda Registro fotográfico: Ray Amorim Programação visual: Emili lemos e Filippe Vaz
Estão abertas as Inscrições para as Oficinas de Teatro do Grupo Código!
As oficinas trazem uma abordagem territorial, trabalhando o teatro pela comunidade, com objetivo de proporcionar e estimular o desenvolvimento de atividades artísticas, do fazer teatral e a valorização da cultura, sobretudo a periférica. Nos encontros, serão realizados exercícios de reflexão e discussão sobre Japeri e Baixada Fluminense.
O início das aulas está previsto para o dia 1º de abril. Serão formadas novas turmas. Até o final de março entraremos em contato com os inscritos para confirmar a participação.
Inscrições se encerram no dia 26/03/2023.
Pré-inscrição para MAIORES DE 18 ANOS: https://forms.gle/R3RLUsgJkcj8stkt5 Pré-Inscrição para MENORES DE 18 ANOS (deve ser preenchida com dados dos responsáveis legais): https://forms.gle/NrHfHdcSb97xr3zM9
Espetáculo infantil do Grupo Código será apresentado com tradução em Libras nas cidades de Paracambi, São João de Meriti e Japeri
Fotos Patrick Lima
Com direção de Marcos Camelo e dramaturgia de Juliana França, o espetáculo Até (a)onde vão suas raízes? convida os espectadores a embarcarem em um enredo que fala principalmente sobre a importância do povo preto encontrar sua identidade, e como os guias podem ajudar nessa pesquisa.
A busca pelas memórias de seus antepassados é o motor que movimenta a pequena Àìyà. A menina conta com a ajuda do mensageiro, o responsável pela comunicação entre o Orum e o Aye. O senhor do tempo: Exu. Exu é o seu guia nessa jornada. Exu confunde, anuveia, indica o caminho, prega peça, faz mágica, chora e ri junto com Àìyà. Nessa jornada através do tempo, a história é o pano de fundo. Do Brasil ao continente africano, Àìyà procura saber até onde suas raízes alcançam.
O espetáculo terá apresentações gratuitas com intérprete de Libras nas seguintes datas e locais: segunda-feira (19), às 16h, na Casa Uivo, em Paracambi; terça-feira (20), às 16h, na Casa da Cultura da Baixada, em São João de Meriti; e quarta-feira (21), às 15h30 e às 17h30, no Espaço Cultural Código, em Japeri. O elenco da peça é composto por Átila Bee, Carol França e Nil Mendonça.
Até (a)onde vão suas raízes? foi selecionada pelo edital Retomada Cultural RJ 2, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro. Informações: instagram.com/grupocodigo.
SOBRE O GRUPO CÓDIGO
O Grupo Código é uma associação cultural sem fins lucrativos fundada em 2005 por jovens artistas e sediada na cidade de Japeri, na Baixada Fluminense. Seu trabalho é pautado por três eixos: companhia artística profissional, espaço cultural e oficinas de teatro para a comunidade. O Código é fruto do projeto Tempo Livre, do Sesc Rio, em parceria com o Grupo Nós do Morro. Além de artistas, os integrantes do grupo também tem seu histórico ligado à área da educação.
FICHA TÉCNICA:
Direção: Marcos Camelo
Dramaturgia: Juliana França
Interlocução artística: Tatiana Henrique
Direção musical e músicas: Adrielle Vieira
Elenco: Átila Bee, Carol França e Nil Mendonça
Vozes em off: Catarina Santos da Silva e Lenita Alves da Silva
Preparação corporal: Átila Bee
Figurino e cenografia: Higor Nery
Adereços: Sapa Orelhuda
Iluminação: Jon Thomaz
Direção de produção: Maiana Santos
Produção executiva: Felippe Vaz
Assistência de produção: Davi Silva e Junior Oliveira
Fotografia e produção audiovisual: Patrick Lima
Assessoria de imprensa: Alex Teixeira
Realização: Grupo Código
SERVIÇO:
Até (a)onde vão suas raízes?
Data: Segunda-feira (19/12)
Local: Casa Uivo (Rua Farmacêutico Dilon Salgueiro – Beco do Cristiano, 320 – Centro, Paracambi)
Horário: 16h
Data: Terça-feira (20/12)
Local: Casa da Cultura da Baixada (Rua Machado de Assis, s/n – Vilar dos Teles, São João de Meriti)
Horário: 16h
Data: Quarta-feira (21/12)
Local: Espaço Cultural Código (Rua Davi, 37 – Nova Belém, Japeri)
“Acreditamos que a Carta Magna é uma obra para estar na boca do povo”
O espetáculo Constituição, com idealização de Natasha Corbelino, da Corbelino Cultural, é uma convocação ao exercício da democracia, protagonizando a Carta Magna de 1988. No dia 22 de outubro, às 17h, acontece a culminância deste projeto, construído ao longo de 3 anos, que será dramatizado em leitura por 9 atrizes no Espaço Cultural Código, em Japeri. A entrada é franca.
Na dramaturgia inédita de Cecilia Ripoll, que foi indicada ao Prêmio Shell 2019 por “Rose”, eleito melhor texto do Núcleo de Dramaturgia do SESI RJ, são trazidas para o palco mulheres dos coletivos Que boca na cena?, programa antirracista continuado com curadoria de Juliana França, Damiana Inês e Natasha; daColetivona, coletivo de mulheres que se reúnem na Maré; e do Grupo Código, companhia teatral com mais de 16 anos de pesquisa em linguagem e com o território.
Em uma busca pela valorização da memória favelada dentro da História, o espetáculo traz para o debate e para a cena jovens periféricos em formação. A partir da Constituição Brasileira de 1988, reflete-se sobre direitos garantidos e muitas vezes cerceados por uma sociedade que flerta com seu conservadorismo e constrói um modelo de exclusão social. Diante desse cenário, Cecilia faz uma provocação: “Em que medida é possível conciliar os princípios e diretrizes básicas de uma sociedade que se pretende justa diante do avanço dilacerante do neoliberalismo das últimas décadas?”
Por ser um assunto de interesse público, desde 2019, ao longo do processo de criação, Natasha Corbelino realizou a leitura da Carta Magna em diversos locais, como pontos de ônibus de Santa Maria (RS) e praças públicas, sempre com os cidadãos brasileiros ao seu redor. Em 2021, a artista leu a Constituição na íntegra no Oi Futuro, com duração de 8h e transmissão ao vivo, dentro do projeto “Boleto em cena”, que buscava aliviar os transtornos econômicos causados pela pandemia em ações que estimulavam o pagamento de boletos do público.
Já em 2022, foi organizada uma leitura coletiva em voz alta, para abertura do Festival Midrash de Teatro, no Teatro Café Pequeno. Nesse mesmo ano, Corbelino realizou três projetos com a Constituição em foco, um deles no Museu da Maré, na 3ª edição do Cine Coletivona, quando também foi feita uma abertura do processo de criação do texto de Ripoll. Agora, leitura e dramaturgia estão envolvidas e prontas para o grande ato: a apresentação no Espaço Cultural Código. “É esse o desejo do projeto, gerar ações que mostrem a Constituição como uma dramaturgia de vida, através das artes da cena”, afirma a atriz.
A estreia da dramaturgia acontece dentro da programação que celebra os 17 anos do Grupo Código e conta com apoio institucional do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, através do edital Retomada Cultural RJ 2.
SERVIÇO:
Data: 22/10/2022
Horário: 17h
Local: Espaço Cultural Código (Rua Davi, 397 – Nova Belém, Japeri)
Classificação etária: 12 anos
Entrada Franca
FICHA TÉCNICA:
Idealização, Pesquisa e Performance: Natasha Corbelino
Criação da Dramaturgia: Cecilia Ripoll
Direção leitura performativa: Cecilia Ripoll e Natasha Corbelino
Atrizes no Grupo Código: Natasha Corbelino e integrantes da Coletivona, do Que Boca na Cena? e do Grupo Código: Carolina Godinho, Leona Kali, Carol França, Nil Mendonça, Débora Crusy, Emili Lemos, Marilene Oliveira, Adrielle Vieira
Direção de Produção: Monique Vaillé
Produção Executiva: Milena Monteiro
Produção Local: Grupo Código em Japeri e Gisa Monte na Maré
Produção de Base: Waleska Arêas
Parcerias: Museu da Maré e Grupo Código
Comunicação Comunitária: Patrick Lima
Programação Visual: Lucas Moratelli
Mídias sociais: Waleska Arêas
Acessibilidade: JDL Traduções
Administração Financeira: Nely Coelho
Produção de Pagamentos: Natasha Corbelino
Prestação de Contas: Monique Vaillé
Contador: Jopec Serviços Administrativos e Marize Milanês
A temporada cultural de Japeri está onde de vento em popa. Nesta quinta-feira (29), acontece a apresentação do espetáculo “O Patinho Feio”, às 15h, no Espaço Cultural Código. A entrada é gratuita!
Uma trupe mambembe conta de maneira peculiar a história de um patinho que não se encaixa nos padrões vigentes do lugar, e por isso é rejeitado pelos demais personagens. A montagem é uma adaptação em forma de cordel do conto homônimo de Hans Christian Andersen.
Situada no sertão e com uma proposta diferente de abordagem do conto, atualiza a dicotomia entre feio e bonito, trazendo a reflexão sobre as diferenças, a diversidade, o processo de entendimento, aceitação e acolhimento do outro, inserindo um desfecho inclusivo.
Serviço
29 de setembro de 2022, às 15 horas
ESPAÇO CULTURAL CÓDIGO – Endereço: Rua Davi, nº 397, Nova Belém, Japeri – RJ
O Grupo Código participará da 15ª edição do Niterói em Cena, com o espetáculo “Até (a)onde vão suas raízes?”. A apresentação será no dia 27/09, terça-feira, às 17h.
A busca pelas memórias de seus antepassados é o motor que movimenta a pequena Àìyà. A menina conta com a ajuda do mensageiro, o responsável pela comunicação entre o Orum e o Aye. O senhor do tempo: Exu. Exu é o seu guia nessa jornada. Exu confunde, anuveia, indica o caminho, prega peça, faz mágica, chora e ri junto com Àìyà. Nessa jornada através do tempo, a história é o pano de fundo. Do Brasil ao continente africano, Àìyà procura saber até onde suas raízes alcançam.
Japeri vai receber mais um espetáculo neste fim de semana! Marque na agenda, dia 17 de setembro, às 15h, será apresentado “Rose”, no Espaço Cultural Código!
Sinopse:
Rose é funcionária de uma escola pública de um bairro periférico. Além de trabalhar como merendeira, aos finais de semana é cozinheira de uma família rica. Sendo a responsável pelas compras da casa, passa a levar sobras de comida para a cantina, com o objetivo de oferecer mais alimentos para aquelas crianças que necessitam da escola para fazer suas refeições diárias. É esse o mote do espetáculo “ROSE”, texto com dramaturgia de Cecília Ripoll, indicada ao Prêmio Shell e direção de Vinícius Arneiro.
O Grupo Código agora conta com novos colaboradores. Os alunos das Oficinas de Teatro estão em processo para compor a nossa companhia artística e a equipe de produção.
Integrantes na primeira foto:
Fileira superior – Patrick Lima (Coordenador de Comunicação), Junior Oliveira (Coordenador de Espaço), Filippe Vaz (Coordenador Financeiro e Vice Presidente).
Fileira inferior – Ray Amorim (Ass. Comunicação), Lia de Paula (Ass. Coordenação de Espaço), Davi Silva (Ass. Administrativo), Juliana França (Coordenadora Artística), Emili Lemos (Ass. Coordenação Artística), Carol França (Coordenadora de Espaço e Presidente).
Ubirajara vem do idioma indígena tupi, formado pela junção dos elementos “übürai”, que significa “lança” e pelo elemento “yara”, que quer dizer “senhor”. “senhor da lança” “senhor da vara”. Ubirajara nomeia o prédio onde moro há 26 anos, onde criei minha filha. Somente durante a pandemia fui procurar saber o que significa esse nome. Somente durante a pandemia cantei na janela. A primeira vez foi no dia do encantamento do Aldir Blanc, quando puxei o bêbado e a equilibrista, e a partir daí outras janelanças vieram, benção Aldir! Conversamos e cantamos, vizinhos que nem se conheciam compartilharam gritos e sussurros, viva as novas redes de afetos!
Local: Espaço Cultural Código, na Rua Davi, 397, Bairro Nova Belém – Japeri.
Ubirajara é o nome do prédio onde Soraya Ravenle mora há 26 anos, onde criou sua filha, e onde, durante a pandemia, abriu suas janelas e cantou para os vizinhos com quem, até então, não havia trocado mais do que um “bom dia”, um “boa tarde”, um “boa noite”.
Bons encontros aconteceram na vizinhança, novas redes de afeto… E este show nasceu de uma cantoria na janela, que passou para a quadra do prédio e agora chegou aos palcos.
Após dois anos sem atividades presenciais por conta da Covid-19, o Grupo Códico volta a oferecer suas oficinas de artes.
Neste domingo (20), um dos coordenadores do Grupo Código, Patrick Lima, participou do programa Globo Comunidade da Globo.
Sobre as oficinas
O trabalho do Grupo utiliza uma linguagem voltada para o território da comunidade para comunidade, onde o aluno pode se entender como você pertencente daquele local e trabalha as questões de forma crítica.
As Oficinas retornam no próximo semestre e as informações podem ser conferidas nas redes sociais do Grupo.
A Cultura nunca deveria estampar as páginas policiais, mas a violência e o vandalismo que há tempos assolam o município fez mais uma vítima, a sede do Grupo Código. Segundo informações contidas na nota de repúdio publicada nesta segunda (14), alguns objetos cênicos foram furtados. A assessoria do grupo confirmou que um boletim de ocorrência foi registrado e agora cabe à delegacia de Japeri investigar o caso.
Confira a nota de repúdio
NOTA DE REPÚDIO: ARROMBAMENTO E INVASÃO AO ESPAÇO CULTURAL CÓDIGO
No último sábado, retornamos ao Espaço Cultural Código para manutenção periódica e fomos surpreendidos com o cadeado do portão quebrado. Outras áreas estavam abertas e demos falta de objetos utilizados nas peças teatrais. Repudiamos o ocorrido e já estamos tomando as providências legais para descobrir quem foram os responsáveis e evitar futuras invasões.
Depois de quase 2 anos paralisados por conta da pandemia, nos preparamos agora para iniciar o retorno das atividades presenciais. Esse acontecimento lamentável pode ter nos abalado, mas a força e vontade de proporcionar eventos culturais e formar artistas para Japeri só cresce a cada dia. Adversidade sempre foi presente em nosso trabalho, mas faremos disso nossa motivação para seguir. Sigamos!
O Grupo Código está apresentando seu mais novo espetáculo de teatro, “Até (a)onde vão suas raízes?”, que tem um tempero especial, este é a primeira dramaturgia solo de Juliana França.
A peça ficará em cartaz todos dos finais de semana até o dis 21/11 no Sesc Tijuca.
Local: Sesc Tijuca – Teatro II (Rua Barão de Mesquita, 539 – Tijuca) Datas: 30/10 a 21/11 (sábados e domingos) Horário: 15h Informações: (21) 4020-2101 Ingressos: R$ 10 (inteira), R$ 5 (meia entrada), R$ 2 (habilitados Sesc) e grátis (PCD).
A bilheteria funciona de terça a domingo, das 9h às 17h. Duração: 50 min Classificação indicativa: Livre Capacidade: 44 pessoas por sessão
Em comemoração ao aniversário de 16 anos, o GRupo Código disponibilizará gratuitamente a peça “Muros”, que ficará disponível nos dias 22, 23 e 24 de outubro, estreando às 19h e no ar até 22h30. A filmagem aconteceu em junho, durante a minitemporada no Teatro Glaucio Gill, em Copacabana.
Acesse e clique em “Definir Lembrete” para receber notificação do YouTube quando estrear! https://bit.ly/3E3f47E
SAIBA MAIS SOBRE O ESPETÁCULO:
Com direção de Marcos Camelo e texto do dramaturgo cearense Yuri Marrocos, a peça apresenta uma mulher e um homem que dividem um não lugar. Um posto num campo de trabalho. Nesse espaço são deflagradas questões que estão na pauta do dia, como o fato de não concordarem com uma sociedade onde os indivíduos são cada vez mais descartáveis. A obra reflete ainda sobre gênero, decolonialidade, território, direitos trabalhistas, mobilidade urbana, políticas públicas, e como determinados profissionais são desumanizados e equiparados a ferramentas.
Muros foi selecionado pelo edital Prêmio FUNARJ de Montagem Teatral, e traz no elenco Juliana França, Jorge Braga Jr e Laíssa Schiavo. A realização é do Grupo Código e da Golden Arte.
FICHA TÉCNICA: Texto: Yuri Marrocos Direção: Marcos Camelo Direção musical: Adrielle Vieira Elenco: Juliana França, Jorge Braga Jr e Laíssa Schiavo (stand-in) Figurino e cenografia: Carla Costa Iluminação: Jon Thomaz Direção de produção: Nil Mendonça Assistência de produção: Júnior Oliveira Produção Audiovisual e Fotografia: Patrick Lima Programação visual: Giulia Santos Assessoria de imprensa: Alex Teixeira Realização: Grupo Código e Golden Arte
Do que são feitas as barreiras concretas e as linhas imaginárias que nos separam? Em uma sociedade aparentemente distópica, ‘’Muros’’ coloca dois corpos em cenas diferenças e semelhanças em suas experiências onde deabulam de forma realista ás surrealidades do mundo atual. Aorigem de suas diferenças, marcas dos seus corpos, branco e negro, masculino e feminino, serão investigadas trazendo reflexões sobre gênero, raça, decolonialismo e território. Autoria: Yuri Marrocos Direção: Miwa Yanagizawa Com: Juliana França, Jorge Braga Jr e Laíssa Schiavo
Temporada de: de 19 a 22 / 08 / 2021 – quinta-feira, sexta-feira, sábado, às 20:00 e domingo, às 19:00
Duração: 40 minutos Local: Teatro Armando Gonzaga Capacidade: 68 Classificação: 16 anos
É obrigatória a apresentação do documento comprobatório de meia-entrada na compra e no acesso ao evento. A obrigatoriedade é válida para todas as categorias. De acordo com o Decreto nº 46.089 de 15 de setembro de 2017 da Procuradoria Estadual o teatro segue a lei da meia entrada Federal o que não contempla o benefício a meia entrada a professores.
ATENÇÃO: Boletos bancários e comprovante de matrícula não são documentos válidos para o benefício da meia entrada.
Ponto de Venda Sem Taxa de Conveniência: Bilheteria do Teatro Armando Gonzaga Endereço: Av. Gen. Osvaldo Cordeiro de Farias, 511 – Mal. Hermes, Rio de Janeiro – RJ Horário de Funcionamento: QUI à DOM de 14h às 18h. Em dia de espetáculo, aberta até 20:30.
A peça ‘Muros’, do dramaturgo cearense Yuri Marrocos estreia nesta quinta (3), às 18h, e cumpre minitemporada no espaço até domingo (6)
Do que são feitas as barreiras concretas e as linhas imaginárias que nos separam? Essa é a pergunta que aciona a narrativa do espetáculo Muros, o 12º trabalho do Grupo Código, companhia criada em 2005 na cidade de Japeri, e que faz uma minitemporada no Teatro Glaucio Gill, de quinta (3) a domingo (6), sempre às 18h.
Com direção de Marcos Camelo e texto do dramaturgo cearense Yuri Marrocos, a peça apresenta uma mulher e um homem que dividem um não lugar. Um posto num campo de trabalho. Nesse espaço são deflagradas questões que estão na pauta do dia, como o fato de não concordarem com uma sociedade onde os indivíduos são cada vez mais descartáveis. A obra reflete ainda sobre gênero, decolonialidade, território, direitos trabalhistas, mobilidade urbana, políticas públicas, e como determinados profissionais são desumanizados e equiparados a ferramentas.
Muros foi selecionado pelo edital Prêmio de Montagem Teatral, da Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secec), e traz no elenco Juliana França, Jorge Braga Jr e Laíssa Schiavo. A realização é do Grupo Código e da Golden Arte.
Por conta das questões sanitárias serão vendidos apenas 36 ingressos por sessão (cerca de um terço da capacidade total), que podem ser adquiridos através da plataforma Sympla. Os bilhetes custam R$20.
O Teatro Glaucio Gill fica na Praça Cardeal Arcoverde, s/nº – Copacabana. Informações: (21) 2332-7970
Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam:MOSTRA DE FILMES DO GRUPO CÓDIGO!!! CINE BELÉM – EXIBIÇÃO ONLINE
Para encerrar a programação deste mês, teremos a exibição dos curtas-metragens produzidos pelas Oficinas de Audiovisual do Grupo Código entre 2010 e 2014.
A exibição será online, devido ao agravamento da pandemia, e contará com depoimentos de pessoas que fizeram parte da produção dos filmes. – Data: 27/mar às 19h- No YouTube do Grupo Código. www.youtube.com/grupocodigojaperi FILMES E SINOPES:
“Valão da Sorte” de Ana Paula Martins (2010)Mulher decide fazer um pedido a um gênio que mora em um valão da sua rua. Vencedor do júri popular da Mostra Visorama – Festival Visões Periféricas 2010
“Meu amigo Rato” (9 episódios, 2013)Quem diria que um simples rato poderia enlouquecer tanta gente.
“A noiva da ponte” de Hanna Jotha (2013)Emille é uma menina supersticiosa. Para ir à casa da sua amiga Katy, precisa passar pela ponte “Balança Mas Não Cai”. Ela conhece a história da noivinha da ponte e receia passar pelo lugar. Baseado em contos populares de Japeri.
“O incrível mundo da imaginação” de Brenda Lee (2010)Quando a imaginação excede o seu limite, muitas coisas podem acontecer… ou não…
“Alma Ferida” (2014)Os ressentimentos do passado levaram Marcela até a sua antiga terra em busca de vingança. Ela sofria bullying na adolescência por ser diferente dos outros de sua escola. Entretanto, Marcela, é surpreendida ao chegar na casa de Lívia.
O espetáculo “Naquele Instante” é um experimento cênico, que vem sendo desenvolvido e experienciado há 6 anos pelo Grupo Código e perpassa por questões do tecido social, tendo como fio condutor a construção de uma dramaturgia que se dá à medida que a narrativa dos corpos periféricos, femininos e negros é tida como um componente primordial para que o espetáculo aconteça.
No contexto da pandemia da COVID-19, adentramos em uma plataforma virtual para investigar e investir em elementos e dispositivos que nos façam (re)pensar formas de nos relacionar, de nos afetar e de ter uma escuta ativa mesmo à distância.