Tag: Saúde

  • RJTV mostra a realidade da saúde em Japeri

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    Nesta sexta, dia 4/12, o RJTV esteve em Japeri para acompanhar o atendimento da saúde no município.

    Segundo mais uma pesquisa, Japeri é o pior município do Estado em atendimento médico. A repórter Renata Capucci esteve na policlínica e no posto de Japeri. Em ambos, moradores reclamaram das condições de atendimento e falta de profissionais.

    Exercendo interinamente o cargo de secretário de saúde, o procurador geral  Humberto Motta, afirmou através de nota que o atendimento segue normalmente em Japeri. Sobre o atraso da construção da UPA, a prefeitura afirmou que na semana que vem as obras recomeçam e a inauguração está prevista para março de 2016.

    Foto: Reprodução da TV

  • Afinal de contas, o que é o Zika vírus?

    É um vírus que chegou no Brasil em 2014. É muito pouco agressivo. Dá sintomas parecidos com os de uma gripe como febre intermitente, dores pelo corpo e algumas manchas vermelhas na pele que podem coçar. Depois de 3 a 7 dias, tudo some e a vida volta ao normal. Como os sintomas não levam a maiores desconfortos, muitos nem procuram o médico e nem sabem que tiveram o Zika vírus. E como não são feitos testes diagnósticos de rotina para o Zika, muitos dos que procuraram orientação médica receberam o famoso diagnóstico “é uma virose”. Os médicos acertaram! Em 10 dias as pessoas estavam espontaneamente curadas.

    Diferentemente dos vírus da dengue e da febre amarela, não há registros de mortes pelo Zika vírus. Mas semelhantemente aos vírus da dengue e da febre amarela, o Zika também é transmitido pelo mesmo mosquito: o Aedes aegypti.

    O Zika é para nós um vírus “novo” e por isso o estamos conhecendo melhor agora. No mundo todo, estudos NÃO demonstraram (ainda) a relação entre este vírus e a possibilidade de microcefalia em bebês. Por esta razão, este “surto” que atualmente observamos merece toda a atenção mundial e, enquanto isso, devemos todos permanecer em estado de alerta.

    TODOS NÓS. Não só as nossas gestantes e as que querem ser futuras mamães. Simples assim: eliminar este mosquito, evitando sua transmissão e consequentemente proteger nossos bebês é um dever de TODOS NÓS. Como fazer? Todos sabemos: evitar água estocada em casa. Se cada um fizer sua parte, nossos futuros bebês agradecerão.

    Para quem deseja engravidar, vale uma conversa com seu obstetra, levando em consideração todos os riscos e benefícios de aguardar um pouco, até que se tenham mais esclarecimentos e orientações atualizadas sobre a associação do Zika com microcefalia. Ponderem e tomem a melhor decisão.

    Para quem já está grávida, aqui vão 3 dicas:

    1. Coloque telas protetoras em todas janelas e portas da sua casa. Deixe-as sempre fechadas. O Aedes pode entrar durante o dia. Estas telas serão muito úteis, pois depois protegerão o bebê também. É um método de proteção totalmente inócuo para a saúde e extremamente seguro.
    2. Quando sair, use um repelente nas roupas e nas áreas expostas. O repelente indicado e eficaz contra o Aedes é o que contém a substância icaridina. Pode ser utilizado em gestantes, e tem uma duração de aproximadamente 10 horas.
    3. Sempre que o tempo e a temperatura ambiente permitirem, use roupas que cubram os braços e pernas. Não é nada fácil no verão, óbvio, mas mulheres são especialistas em arrumar soluções interessantes quando se trata de se arrumar e de se vestir.

    Curta sua gestação sem mosquitos por perto!

    Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/blog/doutora-ana-responde/1.html

  • A microcefalia pode ser provocada por vírus?

    O Ministério da Saúde decretou um alerta de emergência na semana passada, por conta do aumento do número de casos de bebês que nasceram com microcefalia em vários estados do Nordeste do Brasil: Pernambuco, Rio Grande do Norte, Piauí, Paraíba e Sergipe. Só em Pernambuco, para se ter um exemplo, o número de casos aumentou de uma média de 9 para 141. Por esta razão fala-se em um “surto” de microcefalia.
    O que é a microcefalia?

    É uma rara condição em que o crânio não cresce adequadamente dentro do útero. Com isso, o perímetro cefálico, que é medida da circunferência da cabeça do bebê, é menor que 33 cm. Importante notar que esta medida vale para os bebês de termo, isto é, que nasceram com mais de 37 semanas de gestação. Para saber se bebês prematuros têm microcefalia, os valores devem ser avaliados e considerados de acordo com a idade gestacional de cada um. 

    Quais as causas da microcefalia?
    A microcefalia pode ter causas genéticas ou ser consequência do uso de determinadas drogas, álcool ou contato com substâncias tóxicas durante a gestação. Mas pode também ser causada por agentes infecciosos, destacando-se a toxoplasmose ou alguns vírus como o da rubéola, herpes ou o citomegalovírus.

    Portanto, a microcefalia pode, sim, ser causada por vírus. Não se sabe ainda a real causa deste recente aumento de casos no Nordeste do Brasil. Porém, levando-se em conta que estes bebês foram concebidos no início do ano, quando estávamos enfrentando uma epidemia de dengue e observando o surgimento de outros vírus com os quais não tínhamos contato nem defesa, como o vírus chikungunya e zika, é bastante plausível imaginar que haja, de fato, uma associação entre estas situações: microcefalia e dengue, zika ou chikungunya. Note-se que várias das mães destas crianças referiram a presença de manchas vermelhas pelo corpo durante a gestação. Além disso, os sintomas destas doenças podem variar bastante, assemelhando-se, inclusive, aos de uma gripe.
    Importante lembrar que estes 3 vírus são transmitidos pelo MESMO mosquito: o Aedes aegypti. Portanto, é fundamental que, com a chegada do verão e das chuvas, as pessoas façam o que sabem que devem fazer para evitar a proliferação deste mosquito: evitar acúmulo de água empoçada em casa.
    Combater este mosquito é responsabilidade de cada um de nós. EVITEM deixar água acumulada em casa. Isso é essencial para a saúde de todos. Principalmente para a dos pequenos que ainda estão se formando no útero de suas mães.

    Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/blog/doutora-ana-responde/1.html

  • Adoçante faz mal à saúde?

    Algumas substâncias são definitivamente polêmicas. Entra ano, sai ano, independentemente do número de novas pesquisas científicas que, acima de quaisquer suspeitas ou interesses econômicos apontem o contrário, muitos se recusam a mudar seus conceitos (ou pré- conceitos) e optam por seguir a fila dos que caem batendo sem nem querer entender o que o conhecimento científico tem a nos dizer. Os adoçantes certamente estão nesta lista “negra”, são rotulados como “vilões” da saúde e responsabilizados por tumores, diabetes, vários tipos de câncer, queda de cabelos e tudo mais o que se desejar falar. Vamos entender o que os trabalhos científicos e entidades acima de quaisquer suspeitas atualmente nos dizem sobre o consumo seguro de adoçantes. Para ajudar a quem quiser refletir sobre o assunto.

    Vivemos uma era de contradições: o mundo vive uma verdadeira “epidemia” de obesidade. Consumimos cada vez mais alimentos processados e, no contrapasso, o excesso de peso é antagônico ao modelo de beleza estética desejado por todos. Difícil situar-se no equilíbrio.

    Os adoçantes, ou edulcorantes, tornaram-se uma das formas pelas quais conseguimos consumir uma maior variedade de produtos gostosos sem ingerir calorias em excesso. Estão presentes em sucos, refrigerantes, doces, sorvetes, gelatinas e até no cafezinho diário, por opção própria de quem o utiliza.

    Os adoçantes são substâncias que tem um poder edulcorante muito potente. Isso significa que uma pequena quantidade já é suficiente para adoçar os alimentos de forma bastante satisfatória. Por isso é que a quantidade normalmente utilizada de adoçante, para se obter o mesmo sabor doce é muito menor do que a quantidade de açúcar branco. No cafezinho, por exemplo, apenas 3 gotas são suficientes.Estudos demonstram que não aumentam o apetite nem provocam ganho de peso. Apenas adoçam. São produtos químicos? Sim. Como tantos outros que normalmente consumimos no dia a dia.

    Fazem mal à saúde? Foram e continuam sendo exaustivamente estudados. Por todas as razões e interesses. E o que os estudos apontaram? Especialistas no assunto, de instituições insuspeitas como o FDA (Food and Drug Administration) dos Estados Unidos, do JECFA (Joint FAO/WHO Expert Committee on Food Additives) e do NCI (National Cancer Institute) dos Estados Unidos chegaram à conclusão de que os edulcorantes não causam câncer ou qualquer outro efeito adverso à saúde.
    Estas instituições estabeleceram, para cada adoçante, a IDA, isto é, a Ingestão Diária Aceitável, que é quantidade que se pode ingerir por dia com segurança e sem efeitos deletérios à saúde. A IDA do aspartame, por exemplo, é de 50 mg/kg de peso ao dia. Isso quer dizer que uma pessoa de 70 kg pode consumir com segurança até 3500 mg por dia. Isso é muito. Vamos fazer contas: considerando que um refrigerante adoçado com aspartame tem, em média, 40 mg de aspartame por 350 ml ( 1 lata), significa que este adulto de 70 kg poderia tomar até 80 latas por dia! Ou até 100 sachês de adoçante de mesa por dia, levando em conta os que tem 35 mg de aspartame por sachê. Lembrando que o aspartame tem um poder edulcorante 150 a 200 vezes maior que o açúcar, fica fácil imaginar que é muito difícil ultrapassar a IDA.
    Leia os rótulos dos produtos, e faça suas contas. A IDA da sacarose é de 5 mg/kg, a da sucralose de 15 mg/kg e a do acesulfame de potássio de 15 mg/kg/dia. Estes são alguns dados. Informe-se mais, continuamente e forme, com robustez, seriedade e consistência científica, sua opinião.

    Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/blog/doutora-ana-responde/post/adocante-faz-mal-para-saude.html

  • Bebidas alcoólicas corta o efeito dos analgésicos?

    Tomar analgésico e beber mais tarde corta o efeito do remédio. MITO: O álcool não interfere na ação dos analgésicos. O que ocorre é que, por ter um efeito diurético, o álcool faz o organismo excretar mais rapidamente os medicamentos. O efeito parece reduzido porque o organismo já eliminou o medicamento. “O uso de bebida alcoólica intervém no processamento hepático, o que pode acelerar o metabolismo dos analgésicos e assim interferir diretamente no tempo de duração desses fármacos. Porém não se pode dizer que corta o efeito”, explica o médico anestesiologista Erick Curi.

    Tratar dores de cabeça e musculares com analgésicos é uma prática comum, uma vez que para adquirir os do tipo não narcótico (dipirona, paracetamol e ácido acetilsalicílico) não é preciso ter receita, mas os médicos alertam para os perigos da ingestão descontrolada destes medicamentos, que pode causar doenças e até matar.

     

    Saiba mais em: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2015/06/03/bebida-alcoolica-corta-o-efeito-dos-analgesicos-veja-mitos-e-verdades.htm