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  • Andre Ceciliano na transição do governo Lula

    Andre Ceciliano na transição do governo Lula

    Na tarde de ontem (10), o vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou a equipe de trabalho para a transição entre os governos Bolsonaro e Lula.

    Um nome que chamou atenção foi o de André Ceciliano que é um político atuante em Japeri há muito tempo e que apesar de não ser eleito Senador, conseguiu emplacar seu filho Andrezinho para o seu lugar na Alerj pelos próximos quatro anos.

    Ao tentar uma vaga para o Senado, André mostrou seu desejo em alçar novos voos na carreira política e apesar da derrota, a sua convocação para a equipe de transição mostrou que ele está com prestígio junto ao futuro governo Lula.

    Ceciliano vai trabalhar até o início de janeiro no setor de Indústria, Serviços e Pequenas Empresas.

  • André Ceciliano é eleito presidente da Alerj

    O deputado estadual, André Ceciliano, foi eleito em chapa única, presidente da Alerj pelos próximos 2 anos.

    André já exercia o cargo desde a prisão de Jorge Picciani e da licença do ex-deputado, Wagner Montes que faleceu no mês passado.

    O presidente tem a árdua missão de ajudar o governador Wilson Witzel a organizar o Estado e a apaziguar os ânimos entre os deputados da oposição.

    Polêmicas

    André já começa tendo de resolver dois problemas que já estão gerando polêmica em 2019.

    O primeiro envolve o próprio deputado que é um dos alvos da investigação do COAF sobre a movimentação de nomeados em seu gabinete.

    Em entrevista, André disse que a investigação deve ser feita e afirmou que ele não pode responder por terceiros.

    A outra situação polêmica é a posse dos deputados que estão presos ou em prisão domiciliar.

    Para André, os deputados devem tomar posse, porém não devem montar gabinete nem receber salários.

    A decisão deverá ser tomada por uma comissão nos próximos dias.

  • Assembleia vota projeto de cotas sociais em concursos públicos

    A terça-feira (27) promete chuvas e trovoadas. Não no Rio de Janeiro, mas dentro do Palácio Tiradentes.

    É que, na pauta da Assembleia Legislativa, está o projeto de lei 1.984/2013, de André Ceciliano (PT), que reserva 10% das vagas abertas em concursos públicos dos três poderes a pessoas de baixa renda — com renda inferior a meio salário mínimo per capita.

    Quando foi analisado pela Comissão de Constituição e Justiça, em 2015, o projeto recebeu três pareceres (bastante) diferentes.

    André Lazaroni (PMDB), atual secretário de Cultura e relator do texto, votou pela constitucionalidade, sendo acompanhado por outros quatro membros.

    Já Flávio Bolsonaro (PSC) afirmou que a adoção de medidas para combater a desigualdade social causada pela hipossuficiência de recursos não é citada na Constituição Federal e, com isso, emitiu um parecer pela inconstitucionalidade.

    Jorge Felippe Neto (DEM) optou pelo caminho do meio: em seu voto, ele defende que o projeto seja aprovado caso, na mesma tacada, a lei de cotas para negros e índios (6.067/2011) seja revogada.

    Se a polêmica se repetir no plenário, a votação promete grandes emoções.

    Fonte: Extra _ Berenice Seara